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Programa Renda e Sabores do governo do Estado abre inscrições para trabalhadores informais do ramo de alimentação

Participantes devem residir em territórios atendidos pelo Programa RS Seguro em Alvorada e Porto Alegre

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O governo do Estado, por meio da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional (STDP), abriu período para inscrições no Programa Renda e Sabores. A nova iniciativa, que ocorre em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa-RS), oferece alternativas concretas de geração de trabalho e renda para trabalhadores informais do setor de alimentação.

O foco da ação são trabalhadores e empreendedores individuais que vivem em áreas marcadas por alta vulnerabilidade social e elevados índices de criminalidade, por meio de capacitação profissional, estímulo ao empreendedorismo e incentivo à formalização. As inscrições podem ser realizadas até o dia 27 de fevereiro de 2026.

“O Renda e Sabores nasce com o objetivo de gerar oportunidades reais de trabalho e renda nos territórios mais vulneráveis. Ao investir em capacitação, apoio ao empreendedorismo e formalização, estamos ampliando a empregabilidade e criando caminhos concretos para a autonomia financeira. Esse fortalecimento econômico das famílias e das comunidades é o que, como consequência, contribui para a redução da criminalidade e para a construção de uma cidadania mais forte”, explica o titular da STDP, Gilmar Sossella.

Requisitos para inscrições

Voltado à promoção da inclusão socioeconômica, o Renda e Sabores integra o Programa RS Seguro Comunidade e tem como público-alvo adultos maiores de 18 anos, prioritariamente inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), residentes nos bairros Umbu, em Alvorada, e Santa Tereza, Rubem Berta, Partenon, Bom Jesus e Restinga, em Porto Alegre.  A metade das vagas é destinada exclusivamente para mulheres.

Os participantes selecionados receberão capacitação técnica e gerencial em áreas como manipulação de alimentos, gestão financeira, marketing e atendimento ao público. Além disso, cada beneficiário contará com equipamentos, uniforme, carrinho profissional e apoio financeiro no valor de R$ 500, possibilitando o início imediato das atividades comerciais em condições sanitárias adequadas e com identidade visual organizada.

O programa também prevê apoio à formalização como Microempreendedor Individual (MEI) e acompanhamento técnico contínuo, com monitoramento dos resultados e articulação com o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) onde recebe atendimento, organizações sociais e lideranças comunitárias.

Texto: Nathielle Folharini/Ascom STDP

Edição: Secom

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